Fria a madrugada agasalha as costelas,
A alvorada se despreguiça por dentre a janela,
Para que em aquarela o dia principie!
Ah, cores tantas que se abrem nessa manhã de novembro!
Quisera eu poder tantas outras vezes, embriagar-me desse deslumbramento,
E sentir essa friagem que nessa terra só se sente essa hora do tempo!
Que sejam insones algumas de minhas noites,
Para que eu deguste mais desse afável momento,
E depois que eu volte a dormir, podendo sonhar com a Aurora, e todo seu encantamento!
A alvorada se despreguiça por dentre a janela,
Para que em aquarela o dia principie!
Ah, cores tantas que se abrem nessa manhã de novembro!
Quisera eu poder tantas outras vezes, embriagar-me desse deslumbramento,
E sentir essa friagem que nessa terra só se sente essa hora do tempo!
Que sejam insones algumas de minhas noites,
Para que eu deguste mais desse afável momento,
E depois que eu volte a dormir, podendo sonhar com a Aurora, e todo seu encantamento!
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